Como sair do cheque especial?

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Como sair do cheque especial?

Por Provu

6 Minutos

Publicado em 23 abr, 2021

Atualizado em 23 abr, 2021

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Saber como sair do cheque especial é essencial para construir uma boa saúde financeira, já que essa é uma linha de crédito com altos juros

O cheque especial é um benefício ofertado pelos bancos, também conhecido como limite extra. Sua principal função é cobrir gastos a mais na conta quando o dinheiro já acabou. Com isso, a pessoa pode gastar dentro do cheque especial e só pagar no próximo mês com o juros fixos de 8% a.m..

O grande problema de usar essa linha de crédito são os juros que ela oferece, os quais ultrapassam até mesmo o rotativo do cartão de crédito. Sendo assim, a pessoa ao optar cobrir as dívidas com o cheque especial acaba, na verdade, ficando ainda mais endividado já que em um ano o juros chega a até 320%.

Por isso, a nossa redação separou algumas dicas para você sair do cheque especial e evitar voltar para esse ciclo de endividamento. Confira aqui abaixo.

Cheque especial é extensão do salário?

Não! No momento em que a pessoa para de ver o cheque especial como extensão do salário começa a compreender que esse recurso serve apenas para os correntista em momento de desespero financeiro.

Com isso, o cheque especial não deve ser usado todos os meses, já que ele não tem relação com a remuneração mensal da pessoa.

A longo prazo, esse hábito de usar o cheque especial como extensão salarial transforma a dívida com o banco em um monstro, já que as taxas do cheque especial são calculadas seguindo a fórmula de juros compostos, ou seja, juros sobre juros.

Planejamento financeiro para quitar as dívidas

A maioria das pessoas que ingressam no cheque especial não planejam com antecedência seus próprios gastos. Logo, chegam até o endividamento porque não sabem como lidar com o dinheiro e nem como acompanhar a entrada e saída de dinheiro mensal.

Para mudar esse cenário, entra o planejamento financeiro. Pois, por meio dele é possível compreender a realidade financeira, saber quanto se deve gastar a cada mês com dívidas fixas água, luz, telefone) e, por fim, poder guardar um dinheiro extra.

Começar a fazer isso é parte difícil, então de início, faça uma avaliação minuciosa dos seus gastos e classifique o que é necessário e aquilo que pode ser cortado definitivamente. Assim seu orçamento vai ficar mais enxuto, o que pode ajudar é uma planilha de classificação de gastos.

Parcelar a dívida do cheque especial

O que nem todo mundo sabe é que quando a dívida no cheque especial é grande, o usuário pode parcelar seu pagamento.

Dependendo do valor da dívida, parcelar os débitos é sempre uma saída interessante, pois desse modo você consegue fixar os juros com o banco, parar de usar o recurso e ainda planeja até quando vai carregar essa divida com você. Mas, para que a solução seja realmente viável, não se esqueça de analisar as suas contas para entender quanto, exatamente, você poderá pagar por mês.

Lembre-se que ao assinar um acordo de parcelamento, o valor mensal deve ser depositado com o propósito de quitar a dívida até o final. Pois, se você para de pagar no meio do caminho o acordo acaba e os juros aumentam ainda mais.

Diminua seu limite de cheque especial

Normalmente os bancos oferecem um valor de cheque especial maior do que você pode pagar, então sempre recuse o aumento. Dê preferência peça a diminuição do cheque até chegar ao valor R$0.

Sem cheque especial, acaba o dinheiro extra. Dessa forma, os consumidores podem acabar tendo um controle melhor.

Troque a dívida do cheque especial por uma com juros mais baixos

Voltando a falar sobre juros, acho que você já percebeu que os juros mais caros do mercado são da dívida do cheque especial. Com isso, porque não quitar ela com uma dívida que proporcione menores taxas e um tempo de pagamento hábil? Pois, bem! Essa pode ser uma alternativa ótima para quem quer sair do vermelho.

Existem opções de empréstimo rápido com taxas baixas, ótimo tempo de pagamento e que você consegue pedir online.

Para isso, basta o usuário acessar um site de empréstimo de confiança, assim como a Provu, colocar o valor que deseja pedir emprestado, o número de parcelas, e colocar os dados cadastrais. Pronto! Depois disso, a equipe entra em contato oferecendo uma oferta que cabe no bolso.

Quer saber mais? Acesse esse conteúdo com dicas exclusiva sobre empréstimo para pagar dívidas do cheque especial.

Cuidado com as cobranças da conta corrente

O cheque especial está atrelado a uma conta corrente. Por isso, sempre veja quais as cobranças dessa conta. Muitas o usuário paga por:

  • seguro de vida;
  • seguro da casa;
  • taxa da conta;
  • taxa de deposito e extrato.

Tudo isso pode ser evitado, já que o próprio usuário pode solicitar a retirada de praticamente todas as taxas. Até a taxa de manutenção pode ser banida da conta. Isso é importante porque esses pequenos valores acabam aumentando o valor a pagar todos os meses, o que influência no uso do cheque especial.

Acabe com os impulsos consumistas

Para poder criar um orçamento de emergência, e com isso desfrutar de um bom planejamento financeiro é importante não comprar as coisas no impulso do momento.

Antes de comprar, faça um exercício de reflexão e avalie se o gasto é necessário ou supérfluo. Coloque em uma prancheta os prós e contras.

Exemplo: ao ver uma televisão barata pense:

  • A televisão atual ainda está boa?
  • Quais as vantagens de comprar uma televisão agora?
  • Esse dinheiro pode ser empregado em outra coisa?

Assim, você evita aquisições que não agregam valor à sua rotina e pode economizar mais dinheiro para compor a sua reserva e se preparar para possíveis imprevistos.

Por fim, ficou com mais alguma dúvida sobre o assunto? Deixe nos comentários!

Escrito por: Provu

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Informações gerais sobre as operações de crédito ofertadas: a taxa de juros para empréstimo pessoal varia de 1,99% a 10,95% ao mês. O CET (Custo Efetivo Total) pode variar de 2,39% a.m. (32,77% a.a.) a 11,17% a.m. (256,33% a.a.), dependendo da análise de crédito do cliente e do prazo de pagamento, que pode ser de 12,18, 24, 30 ou 36 meses.

 

Exemplo: valor: R$ 9.000,00; prazo: 18 meses; taxa de juros: 3,52% a.m.; 51,52% a.a.; CET 58,35% a.a.; parcelas: R$ 702,09; IOF: R$ 242,13; valor total: R$ 12.637,62. Estes valores são exemplificativos e poderão variar de acordo com a política de crédito.