Crédito pessoal pelo meu banco vale a pena?

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Crédito pessoal pelo meu banco vale a pena?

Por Provu

3 Minutos

Publicado em 23 ago, 2016

Atualizado em 23 ago, 2016

3 min de leitura

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Sem folga no orçamento nesse mês e procurando crédito pessoal para reorganizar as finanças pessoais? O primeiro passo que você deve ter dado, assim como todos, foi procurar as linhas de crédito em seu banco. Mas vale a pena? Cada vez mais, lemos notícias sobre o aumento do spread bancário, então, o que garante que a oferta feita a você seja justa? Por isso, a Lendico traz alguns pontos de atenção, caso você pretenda tomar esse crédito pessoal pelo seu banco:

1. Avalie a taxa de juros

A taxa ofertada é justa? Em agosto, a taxa média em empréstimo pessoal foi de 6,56% ao mês, igual a julho. Linhas de crédito com taxas de juros mais baixas podem ser encontradas nas modalidades de empréstimo com garantia ou consignado. Contudo, para consignado, o seu banco precisa manter um convênio com a sua empresa. Caso contrário, só sendo aposentado, pensionista ou funcionário público.

2. Saiba o Custo Efetivo Total da operação

A taxa de juro é só uma parte da operação do crédito pessoal. Por isso, atenção ao Custo Efetivo Total (CET)! Ele é a soma da taxa de juro, mais encargos, tarifas da financeira (caso exista) e IOF. Geralmente, financeiras omitem essa informação até a hora de assinar o contrato da operação.

3. O parcelamento do crédito pessoal

O parcelamento oferecido pelo seu banco é flexível? Mantenha em mente que, ao fechar um parcelamento longo (maior do que 24 parcelas), as parcelas baixas são mascaradas por um Custo Efetivo Total (CET) ainda maior. Certifique-se também de que o seu banco autorize a antecipação das parcelas, se desejar. Conseguindo antecipá-las, você conseguirá pagar a taxa de juro equivalente ao período, diminuindo o valor total da parcela em vigência, por exemplo.

4. Planejamento financeiro em dia?

Como sempre dissemos, o crédito pessoal deve ajudá-lo com as suas finanças pessoais e não deixá-lo com mais um compromisso financeiro. É de extrema importância que, ao solicitar o crédito, as parcelas encaixem em seu orçamento mensal, não criando uma nova dívida para si. Leia aqui as nossas 7 (sete) dicas para montar o seu planejamento dos seus e manter o foco em seus objetivos pessoais!

5. Débito automático: vantagem ou não?

Há quem diga que sim e quem discorde. Por que? Caso a sua conta esteja negativada, o débito automático acontecerá do mesmo jeito, usando o limite disponível do seu cheque especial. Modalidade essa, que apresenta a segunda taxa de juros mais alta do Brasil, perdendo apenas para o cartão de crédito.

Escrito por: Provu

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Informações gerais sobre as operações de crédito ofertadas: a taxa de juros para empréstimo pessoal varia de 1,99% a 10,95% ao mês. O CET (Custo Efetivo Total) pode variar de 2,39% a.m. (32,77% a.a.) a 11,17% a.m. (256,33% a.a.), dependendo da análise de crédito do cliente e do prazo de pagamento, que pode ser de 12,18, 24, 30 ou 36 meses.

 

Exemplo: valor: R$ 9.000,00; prazo: 18 meses; taxa de juros: 3,52% a.m.; 51,52% a.a.; CET 58,35% a.a.; parcelas: R$ 702,09; IOF: R$ 242,13; valor total: R$ 12.637,62. Estes valores são exemplificativos e poderão variar de acordo com a política de crédito.