Empréstimos voltam a ter IOF

Atenção! A Provu não solicita depósito antecipado ou PIX para a liberação do empréstimo. Isso é crime.

Empréstimos voltam a ter IOF

Por Provu

3 Minutos

Publicado em 26 nov, 2020

Atualizado em 26 nov, 2020

3 min de leitura

Link Copiado!

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) volta a ser cobrado nas operações de empréstimo feitas a partir de amanhã, dia 27 de novembro de 2020. O decreto 10.551 está publicado no Diário Oficial da União.

A cobrança do IOF havia sido suspensa no inicio da pandemia do coronavírus com o objetivo de baratear as operações de crédito. A medida havia sido prorrogada em julho e setembro deste ano e a expectativa era que durasse até o fim de 2020. Mas com o decreto, a cobrança do imposto volta a ser obrigatória.

Clientes Provu pagam IOF

Na Provu quando um contrato é assinado até às 12h de um dia útil, a tentativa de depósito é feita no mesmo dia. Portanto, somente clientes que assinaram o contrato até esse prazo do dia 26 de novembro de 2020 pegarão o empréstimo sem a cobrança do imposto.

Depois desse prazo, o imposto será incorporado na proposta, que será recalculada.

O que é IOF

É o Imposto sobre Operações Financeiras. Como o nome diz, ele é cobrado em cima de qualquer tipo de operação de crédito, câmbio, seguro ou relacionada a títulos e valores mobiliários. No caso do IOF sobre empréstimo, ele é uma cobrança que compõem a parcela paga mensalmente pelo tomador de crédito.

Como ele é feito o cálculo do IOF de empréstimos?

A taxa cobrada para essas operações é de 0,38% mais uma alíquota diária, que varia conforme o tipo de transação.

Operações de crédito contratadas a partir de 22/01/2015, por exemplo, têm IOF de 3% ao ano (0,0082% ao dia) calculados no momento da liberação do crédito com base no prazo da operação e no valor do crédito.

Como o IOF influencia no pedido de empréstimo pessoal?

Esse imposto sobre empréstimos faz parte do Custo Efetivo Total (CET) da operação. Ele será incorporado montante final do empréstimo pessoal, contudo, pode ajudá-lo na escolhe do melhor CET para o seu bolso.

O que mais é importante saber

  • Não há incidência de IOF sobre juros. Ele é cobrado apenas sobre o valor principal da operação.
  • O IOF-Crédito é limitado a 3% sobre o valor contratado. Isso significa que mesmo que a operação de crédito ultrapasse 365 dias, a alíquota máxima será essa.
  • O IOF não tem incidência sobre o pagamento, o que quer dizer que não incidirá sobre as parcelas já pagas.

Devo pagar o IOF antes do empréstimo?

Não. O valor do IOF é diluído nas parcelas e é ilegal cobrar qualquer tipo de valor antes de fazer um empréstimo. Cuidado, quem faz isso pode estar cometendo um golpe.

Tem alguma dúvida? Deixe aqui nos comentário. E, não deixe de seguir a gente nas redes sociais!

Escrito por: Provu

Sem comentários ...

Fazer um comentário:

Conteúdos relacionados
Economia
Multa do Imposto de Renda: como funciona?

Perdeu o prazo de declaração do Imposto de Renda? Quer saber qual é a multa e como funciona o cálculo?...

28 abr, 2022
Ler artigo
Economia
Imposto de Renda negativo: o que é?

Imposto de renda negativo não tem relação com a restituição de imposto de renda, pelo contrário, o ter...

13 abr, 2021
Ler artigo
Economia
O que é IPO?

Oferta pública inicial, ou IPO, sigla para “Initial Public Ofering”, do inglês. Você pode nunca ter ou...

01 abr, 2021
Ler artigo
s

A provu.com.br pertence à PROVU, CNPJ: 20.265.259/0001-71, com sede na Rua Pais Leme, 524 – Pinheiros, São Paulo – SP, Brasil – CEP: 05424-010.

 

A Provu não é uma instituição financeira, mas sim um prestador de serviços correspondente bancário nos termos do artigo 2º, da Resolução CMN nº 3.954, de 24 de fevereiro de 2011 atuando para as instituições financeiras: SOROCRED CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A – CNPJ: 04.814.563/0001-74 e PROVU SOCIEDADE DE CRÉDITO DIRETO S.A – CNPJ Nº 42.627.615/0001-92.

 

Informações gerais sobre as operações de crédito ofertadas: a taxa de juros para empréstimo pessoal varia de 1,99% a 10,95% ao mês. O CET (Custo Efetivo Total) pode variar de 2,39% a.m. (32,77% a.a.) a 11,17% a.m. (256,33% a.a.), dependendo da análise de crédito do cliente e do prazo de pagamento, que pode ser de 12,18, 24, 30 ou 36 meses.

 

Exemplo: valor: R$ 9.000,00; prazo: 18 meses; taxa de juros: 3,52% a.m.; 51,52% a.a.; CET 58,35% a.a.; parcelas: R$ 702,09; IOF: R$ 242,13; valor total: R$ 12.637,62. Estes valores são exemplificativos e poderão variar de acordo com a política de crédito.