4 passos para separar finanças pessoais e da empresa

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4 passos para separar finanças pessoais e da empresa

Publicado em 10 set, 2020

Atualizado em 25 jul, 2022

1 min de leitura

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Existe um passo a passo simples para quem está buscando por como separar finanças pessoais e da empresa:

  1. Utilize contas separadas
  2. Organize as finanças da empresa e as suas
  3. Defina uma retirada mensal fixa para você
  4. Acompanhe a concretização da previsão de fluxo de caixa

A intenção deste artigo é explicar como você, empreendedor, consegue colocar esse passo a passo em prática, com facilidade. 

Mas para que ele realmente funcione vai ser preciso comprometimento. Como assim? 

O passo a passo de como separar finanças pessoais e da empresa só funciona se o empresário realmente se conscientizar de que é importante criar essa separação. 

Por que separar as finanças pessoais e da empresa?

Existe uma lista de razões para você separar as finanças pessoais e da empresa. 

A primeira é o cumprimeito da exigência legal. A legislação permite a distribuição dos lucros entre os sócios mensalmente, mas para isso é necessário comprovar que o lucro existiu. 

Logo, para cumprir esse requisito da Lei, você deve primeiro fazer o balanço financeiro mensal, para depois repartir os lucros entre os sócios (mesmo que você seja o único sócio), sempre lembrando de separar um valor de reserva para a própria empresa. 

Isso quer dizer que não é a sua empresa que deve pagar o seu cartão de crédito, por exemplo. Você deve pagá-lo a partir do lucro que a empresa pagou a você. Entendeu como o mindset mudou? 

Os pagamentos de despesas pessoais são feitas com o seu dinheiro, com a sua parte do lucro da empresa, e não com o dinheiro da empresa.

O pagamento do cartão de crédito pessoal e de todas as suas outras despesas pessoais deve acontecer depois que o capital destinado a você caiu na sua conta bancária. 

Entretanto, se você quer um controle financeiro empresarial e pessoal que realmente traga vantagem competitiva para o negócio e tranquilidade pessoal, o ideal é estipular um valor fixo de salário. E não usar o cálculo sob os lucros da empresa. 

Essa é a indicação dos principais especialistas da área de consultoria financeira. 

Com um salário fixo, você consegue realizar uma gestão financeira empresarial  mais estratégica para a empresa, incluindo:

  • melhor controle financeiro, 
  • investimentos,
  • pagamentos de despesas fixas e variáveis, 
  • construção de uma reserva de emergência e mais. 

Pelo lado da pessoa física, você também é capaz de organizar seus objetivos pessoais e planos, identificar quais despesas pode ou não assumir de acordo com o salário fixo, e ter um controle financeiro mais realístico do seu patrimônio pessoal. 
Em suma, entre os benefícios de organizar as finanças de forma separada vão além do cumprimento da legislação, tornando mais fácil identificar se a empresa está sendo

lucrativa, se as metas estão sendo cumpridas e onde é necessário otimizar gastos e investimentos. 

Em uma realidade onde finanças pessoais e empresariais estão misturadas, é mais difícil enxergar a realidade da empresa. Isso causa sérios problemas, principalmente, quando a empresa tem altos faturamentos, o que pode enganar o sócio de que o caixa está cheio. Altos faturamentos não significam lucros altos. 

Não é difícil encontrar casos de empresas que faliram devido o alto impacto das despesas pessoais no dia a dia do negócio. 

Esperamos ter ajudado na compreensão de por que separar as finanças pessoais e empresariais. A seguir, um passo a passo para colocar isso em prática. 

Como separar finanças pessoais e da empresa em 4 passos

1. Utilize contas separadas

O primeiro passo é criar uma conta empresarial e uma conta pessoal. Assim as despesas e recebimentos da empresa e dos sócios ficarão separados. 

Atenção: mesmo que você não tenha sócios, essa é uma prática importante para todo o processo de como separar finanças pessoais e da empresa. 

Com essa prática você evita que gastos pessoais sejam pagos com capital da empresa e vice-versa. 

Formalizar e criar processos é importante para uma organização geral da empresa e da sua vida pessoal. Leve isso a sério.

É importante lembrar que essa prática vai facilitar a sua comprovação de renda para a Receita Federal. 

Se tem dúvidas sobre a necessidade de formalizar a divisão das contas bancárias converse com um contador de qualidade e veja o que ele te aconselha!

Defina uma retirada mensal fixa para você

Definir um salário para os sócios, mesmo que você seja o único sócio, vai facilitar na organização do fluxo de caixa da empresa, uma vez que vai ser possível prever quanto de dinheiro vai sair para pagar pelo seu trabalho. E vai ser uma vantagem para você, que poderá organizar sua vida financeira pessoal sabendo quanto vai “entrar” todo mês. 

Organize as finanças da empresa e as suas

Para definir o valor que a sua empresa pode te pagar de salário, será necessário fazer uma organização que envolve:

  • despesas fixas e variáveis atuais;
  • projeção de fluxo de caixa
  • faturamento da empresa;
  • avaliação do planejamento financeiro; 
  • investimentos.

Além disso, você como sócio, deve organizar as despesas pessoais para descobrir qual é o valor mínimo e o valor ideal para cobrir suas despesas e permitir que você viva uma vida confortável, dentro do padrão que você deseja. 

Com o alinhamento da capacidade da empresa com a sua necessidade você poderá definir um salário. 

Lembre-se de transferir o valor do salário da conta empresarial para a conta pessoal, assim como você faz para o pagamento de seus funcionários. 

Acompanhe a concretização do previsão de fluxo de caixa

Seu salário pode e deve ser revisto de tempos em tempos. Além disso, o fluxo de caixa deve ser analisado continuamente para identificar se o seu salário está, ou não, gerando prejuízos. 

Organização e acompanhamento são as palavras de ordem!

Benefícios de organizar as finanças são para pequenos e grandes empreendedores

Um erro muito comum quando um empreendedor começa a pesquisar sobre como separar finanças pessoais e da empresa é achar que isso tudo é apenas para grandes empresas ou para empresas com mais de um sócio. 

Isso não é verdade! 

Pequenas empresas e até microempreendedores individuais se beneficiam muito de uma organização financeira que começa com a separação prática de pessoa física e pessoa jurídica. 

Pequenas empresas têm caixas mais reduzidos e exatamente por isso precisam de ainda mais controle do que entra e do que sai desses caixas. 

Além disso, pequenos empresários, geralmente, também têm menos capacidade financeira para arcar com prejuízos da empresa e ter uma reserva financeira empresarial para situações de necessidade. 

Essa reserva financeira é construída a partir de planejamento, organização e controle financeiro. E, como já falamos ao longo deste artigo, essa é a função principal de entender como separar finanças pessoais e da empresa.

Esperamos ter solucionado algumas de suas dúvidas sobre por que separar as finanças da empresa. 

Se você quer continuar sua pesquisa sobre como tornar a gestão financeira da empresa mais eficiente indicamos que acesse o artigo, Como administrar o fluxo de caixa das empresas com 5 dicas simples”. 

Este artigo foi escrito pela Gyra+. Somos uma plataforma que realiza empréstimo online seguro com taxas customizadas, para empreendedores digitais em busca de capital de giro. Solicite uma proposta e descubra o crédito que cabe no seu negócio.

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Escrito por: Provu

A Provu surgiu sob o nome de Lendico, mas em 2021 mudou de marca por uma decisão estratégica de reposicionamento e maior alcance dos produtos financeiros. Com essa transformação, trazemos um novo conceito, com a premissa de oferecer mais soluções para os brasileiros mantendo a eficiência, reputação e história da Lendico.

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Informações gerais sobre as operações de crédito ofertadas: a taxa de juros para empréstimo pessoal varia de 1,99% a 10,95% ao mês. O CET (Custo Efetivo Total) pode variar de 2,39% a.m. (32,77% a.a.) a 11,17% a.m. (256,33% a.a.), dependendo da análise de crédito do cliente e do prazo de pagamento, que pode ser de 12,18, 24, 30 ou 36 meses.

 

Exemplo: valor: R$ 9.000,00; prazo: 18 meses; taxa de juros: 3,52% a.m.; 51,52% a.a.; CET 58,35% a.a.; parcelas: R$ 702,09; IOF: R$ 242,13; valor total: R$ 12.637,62. Estes valores são exemplificativos e poderão variar de acordo com a política de crédito.

 

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