7 dicas para não se endividar na Black Friday

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7 dicas para não se endividar na Black Friday

Por Provu

6 Minutos

Publicado em 19 nov, 2020

Atualizado em 19 nov, 2020

6 min de leitura

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Novembro chega e muita gente já começa a lembrar que a Black Friday acontece no final do mês. Há muitos consumidores com a expectativa de antecipar as compras de Natal aproveitando as promoções, ou até mesmo querendo garantir algo que já planejava comprar há algum tempo. 

Mas antes de entendermos como fazer bom uso desta época, vamos voltar no significado do termo. A palavra Black Friday surgiu nos Estados Unidos, por volta dos anos 60. A sexta-feira após o dia de Ação de Graças passou a ser chamada assim pelos policiais, devido ao trânsito intenso que ocorria neste período por conta das famosas “comprinhas de natal”. Tempo depois, os comércios passaram a utilizar este movimento para criar promoções e atrair mais compradores para as lojas. 

Assim como nos EUA, o Brasil concentra suas grandes promoções no e-commerce e participa da ação sempre na última sexta-feira do mês de novembro. O momento é ideal para aproveitar as oportunidades de comprar aquele produto que você está precisando ou ensaiando para adquirir há muito tempo, pois alguns descontos chegam até a 90%. Apesar de todos os benefícios, é preciso tomar cuidado para não comprar coisas por impulso e acabar se endividando e nem cair na conhecida “Black Fraude”.  

Fuja do endividamento na Black Friday

Ainda que a Black Friday possa trazer oportunidades de pagar menos em um produto, é preciso ter cuidado para não pagar ‘metade do dobro’ ou acabar caindo nas dívidas por fazer compras desnecessárias. Se você tem planos de fazer compras nesta data comercial é importante seguir algumas dicas importantes:

1. Monte uma lista do que você quer comprar

Faça uma lista das coisas que deseja comprar na Black Friday e comece a monitorar os preços dos produtos antecipadamente. Isso lhe ajudará a saber se o preço apresentado no dia realmente é vantajoso ou se a empresa está oferecendo um desconto menor do que o informado.

Tente manter o seu planejamento na hora de comprar, ou seja, seguir a lista de coisas que você realmente precisa. Muitas tentações vão surgir durante a época por conta dos grandes descontos, mas lembre-se de não comprometer o seu orçamento, ainda mais com coisas que você pode acabar não usando.  

2. Conheça seu orçamento

É preciso entender quanto você pode gastar e definir suas prioridades. Isso é fundamental para não acabar pagando juros de cheque especial ou rotativo do cartão de crédito porque gastou mais do que poderia. Isso pode fazer com que aquela super promoção deixe de valer a pena.

É importante também estabelecer um valor limite e tomar cuidado para não o ultrapassar.

Fique atento ao juros rotativo do cartão. Caso deixes de pagar alguma fatura por conta de uma compra mal planejada ou optar por pagar o mínimo, isso pode virar uma grande bola de neve. Se preferir, você pode pegar um empréstimo como complemento do dinheiro que separou para algumas compras. 

3. Comprar o que não precisa com desconto é caro

Lembre-se, foque em comprar coisas que realmente fazem sentido e que estão em seu orçamento. Você pode pagar metade do preço em um produto, mas se ele não for útil para você, acabará tendo sido um dinheiro mal gasto, e portanto uma compra cara.

Quando você olha os percentuais de desconto que as lojas oferecem na Black Friday, a compra parece ainda mais tentadora e, consequentemente, causa a sensação de imediatismo e necessidade de comprar naquele momento.

Entretanto, é importante atentar-se a algumas considerações: se você acompanhou o preço daquele produto durante o ano e separou dinheiro para a aquisição, pode ser a oportunidade perfeita. Entretanto, se você não faz ideia de quanto aquilo custava, pode ser melhor deixar a compra para outra ocasião.  

4. Observe os prazos de entrega

Durante a Black Friday é comum que as empresas trabalhem com prazos de entrega maiores. Se está aproveitando a data para fazer compras de presentes de Natal, tenha muita atenção, afinal, se a entrega não chegar a tempo, é possível que você venha a gastar de novo em dezembro.

5. Fuja de golpes

Pesquise sobre a reputação das lojas e sites em que pretende fazer compras e pesquise também sobre a qualidade dos produtos que está comprando. Isso evita que se endivide e deixe de receber o produto ou mesmo receba algo com baixa qualidade. Sites que não possuem elementos básicos de segurança devem ser evitados.

Procure ferramentas como o Reclame Aqui para saber a reputação do estabelecimento e verifique também as redes sociais. Pensando em tecnologia, outro fator que pode ser observado e se o site possui certificado de segurança, ou seja, veja se há um ‘s’ após o http, no link de endereço do site. 

Se o desconto for alto demais, fique alerta. Faca pesquisa em outros sites para comparar os valores e ver se o desconto realmente faz sentido. 

6. Atenção às formas de pagamento

Nem sempre o parcelamento das compras na Black Friday é sem juros. Fique atento às formas de pagamento e veja quais realmente são interessantes e cabem em seu orçamento. Cuidado com os juros altos.

7. Pesquise antes

Pesquisar com antecedência é uma ótima maneira para não ser ludibriado por descontos inflacionados. Muitos sites aumentam os preços semanas antes da Black Friday para depois mostrar descontos que parecem ser maiores no dia da ação. 

Se acabou esquecendo das dicas e gastou demais durante a Black Friday 2016, tenha cuidado com o rotativo do cartão. Uma opção para pagar juros mais baixos é optar por um empréstimo pessoal.

Dica extra: use o Boleto Parcelado Provu

Essa solução de pagamento desenvolvida pela Provu permite que você divida os valores das compras sem comprometer ou precisar de um limite de cartão de crédito. Ele já está presente em lojas selecionadas, confira.

Não deixe de saber mais sobre a Black Friday! Segue a Provu nas redes sociais e fique por dentro!

Escrito por: Provu

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Informações gerais sobre as operações de crédito ofertadas: a taxa de juros para empréstimo pessoal varia de 1,99% a 10,95% ao mês. O CET (Custo Efetivo Total) pode variar de 2,39% a.m. (32,77% a.a.) a 11,17% a.m. (256,33% a.a.), dependendo da análise de crédito do cliente e do prazo de pagamento, que pode ser de 12,18, 24, 30 ou 36 meses.

 

Exemplo: valor: R$ 9.000,00; prazo: 18 meses; taxa de juros: 3,52% a.m.; 51,52% a.a.; CET 58,35% a.a.; parcelas: R$ 702,09; IOF: R$ 242,13; valor total: R$ 12.637,62. Estes valores são exemplificativos e poderão variar de acordo com a política de crédito.