Vale a pena pagar por sites de emprego?

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Vale a pena pagar por sites de emprego?

Por Provu

5 Minutos

Publicado em 29 mar, 2021

Atualizado em 29 mar, 2021

5 min de leitura

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Ao perder o emprego ou tentar reingressar no mercado de trabalho a primeira pergunta que muitas pessoas se fazem é se pagar por sites de emprego é algo útil

A taxa média anual de desemprego no Brasil foi de 13,5% em 2020, a maior já registrada desde o início da série histórica em 2012. Com isso, é natural que a busca por recolocação no mercado tenha aumentado significativamente nos últimos meses, já que até mesmo muitas pessoas que permanecem em seus empregos estão em busca de mudanças devido a pandemia (provocada pelo novo coronavírus) a qual deixou muitas empresas desestabilizadas. Contudo, procurar emprego é algo que também modificou-se nos últimos meses graças aos sites de emprego.

Anteriormente a pandemia, a busca por emprego online já era algo comum. No entanto, a busca física foi praticamente extinta durante esse período de isolamento social. Nesse momento, plataformas de empego, redes sociais para networks e buscadores online tornaram-se grandes aliados para quem está em busca de emprego.

Só que muitos desses sites que são focados para auxiliar quem está desempregado precisam ser pagos mensalmente pelos seus serviços. A grande maioria solicita o pagamento apenas para mostrar as vagas em disponibilidade, sem prestar apoio ao usuário. Além disso, o número de vagas pode parecer alto no primeiro momento, só que a atualização de algumas plataformas não são diárias, o que faz as pessoas se candidatarem para vagas que não existem mais.

Sites de emprego

Em geral, os sites de emprego realizam uma captação de vagas dos últimos dias e colocam à disposição do usuário, assim o mesmo pode fazer o cadastro na plataforma e enviar diversos currículos sem precisar sair do site.

A dinâmica não costuma mudar muito, e por isso que especialistas ainda questionam a eficácia de pagar por sites de emprego. Pois, diversas plataformas gratuitas oferecem o mesmo para quem busca uma nova recolocação e são atualizadas com a mesma frequência.

Além disso, quem está desempregado precisa visar a economia para não acabar destroçando as próprias fianças.

Planejamento financeiro para buscar emprego

Até mesmo para procurar emprego é necessário ter em mente um bom planejamento financeiro. Vamos citar aqui dois exemplos mais comuns de quem está em busca de recolocação no mercado e dicas de como se organizar financeiramente.

1 – Demissão

No caso de quem foi demitido é essencial economizar, por isso, nada de pagar por sites de emprego. Dê preferência para quitar as contas que já estão em aberto, e tente ao máximo não fazer novas dívidas. Além disso, guarde parte da rescisão para emergências, nunca se sabe o quanto pode demorar para encontrar um novo emprego.

Invista o tempo em uma pesquisa saudável, por meio de motores de busca de empregos de qualidade, como o Jooble. Um site que não cobra do usuário para exibir vagas que estão em aberto por todo o País.

Por fim, mas não menos importante, acabe como os gastos supérfluos. O cartão de crédito por exemplo, é algo que pode ficar temporariamente aposentado, assim como contas de streamings.

Já quem está desempregado e precisa de ajuda para conseguir se organizar financeiramente, e assim continuar a busca por emprego em paz, a Provu tem a solução. Preparamos um conteúdo exclusivo sobre empréstimo para quem está desempregado, clique aqui e confira na íntegra.

2 – Mudança de emprego

Quem já está empregado, mas busca uma nova recolocação também precisa se planejar.

Isso porque, ao trocar de emprego vem a experiência de 3 meses, a qual vai definir se o novo emprego vai dar certo ou não. Na pior das hipóteses, a nova empreitada pode não ser tão boa. E então vem a possibilidade de voltar ao mercado de trabalho. Por isso, ao ingressar para um novo emprego tenha certeza que suas dívidas estão estáveis e não faça novas contas durante o período de experiência.

Como evitar o golpe do falso emprego?

Ofertas de emprego falsas são mais muito comuns, principalmente no caso de pessoas que se cadastram em diversos sites que prometem auxiliar na busca por vagas.

É importante tomar todo o cuidado com ofertas de emprego divulgadas via redes sociais, como:

  • WhatsApp;
  • Facebook;
  • Instagram;
  • Twitter
  • outras redes sociais, principalmente se elas tiverem tom de urgência, oferecerem um número grande de vagas ou destacarem benefícios muito vantajosos sem mencionar a empresa que pretende fazer a contratação.

Vagas com essas características, e sem data ainda por cima, costumam ser falsas. Esses anúncios tendem a fazer a bpessoa clicar em um link que leva a vírus e outros malwares ou funcionam como “iscas” (phishing) que tentam coletar informações sigilosas por meio de formulários em sites sem proteção, por exemplo.

Por fim, ainda tem dúvidas sobre o assunto? Deixe nos comentários na parte de baixo da página. Além disso, não deixe de seguir as nossas redes sociais!

Escrito por: Provu

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Informações gerais sobre as operações de crédito ofertadas: a taxa de juros para empréstimo pessoal varia de 1,99% a 10,95% ao mês. O CET (Custo Efetivo Total) pode variar de 2,39% a.m. (32,77% a.a.) a 11,17% a.m. (256,33% a.a.), dependendo da análise de crédito do cliente e do prazo de pagamento, que pode ser de 12,18, 24, 30 ou 36 meses.

 

Exemplo: valor: R$ 9.000,00; prazo: 18 meses; taxa de juros: 3,52% a.m.; 51,52% a.a.; CET 58,35% a.a.; parcelas: R$ 702,09; IOF: R$ 242,13; valor total: R$ 12.637,62. Estes valores são exemplificativos e poderão variar de acordo com a política de crédito.