Como evitar que meu nome seja negativado?

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Como evitar que meu nome seja negativado?

Por Provu

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Publicado em 13 abr, 2016

Atualizado em 21 jun, 2022

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Ter o nome negativado não é motivo de orgulho para ninguém. Contudo, no atual cenário econômico, a inadimplência veem aumentando, mas é preciso evitar isso, pois não é uma prática saudável nem para você ou para a sua renda. O motivo da restrição está em uma dívida não regularizada. Há casos em que você precisa de um crédito e você não consegue devido a uma dívida que você não tem conhecimento. Mas como evitar que ele fique negativado? Leia as dicas que preparamos:

1. Evite emprestar o nome

Sabe o ditado “Amigos, amigos, negócios à parte”? Pois bem, essa é a terceira maior causa que leva os brasileiros a terem o nome negativado. Por isso, caso esteja planejando emprestar o seu nome para algum parente ou amigo próximo, para ele poder adquirir algum bem, saiba antes o motivo desse pedido e tenha certeza que ele é um bom pagador, e que pagará as parcelas do bem que ele for adquirir. Afinal, seria muito chato se você quisesse comprar algo, mas fosse impedido por causa disso, não?

2. Planejamento para não ser negativado

A palavra que define a rotina de alguém que possui uma saúde financeira estável, e sem medo de ter o nome negativado, é planejamento. Se você ainda não se planejou hoje, saiba que já está atrasado e, pior ainda, perdendo dinheiro em gastos aleatórios e supérfluos. Por isso, a principal dica é: planeje-se, planeje-se e planeje-se. Uma planilha de controle de gastos é um ótimo começo. Com dedicação, você perceberá que, após alguns meses, vai ter mais dinheiro em sua conta do que quando não era organizado. Saiba mais aqui!

3. Controle os seus gastos

Com o planejamento feito é muito importante não aumentar os seus gastos. Se a causa vem do seu cartão de crédito, pare de gastar o limite do seu cartão de crédito. Caso contrário, a situação ficará fora do controle, fazendo com que a dívida vire uma bola de neve. Vale lembrar que o cartão de crédito possui a maior taxa de juros do Brasil, em torno de 432,24% ao ano em março, segundo pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

4. Fuja dos juros altos

Se você já possui dívidas, uma boa opção é renegociá-las diretamente com as instituições financeiras. Essa é uma boa prática para reduzir os juros e, às vezes, até ameniza o tempo útil delas (a quantidade de parcelas).

5. Crie uma poupança de emergência

Essa dica é uma das mais importante, se não for a mais importante. Criar um “fundo de emergência” é essencial para pequenos imprevistos, seja reparos com a casa, juros de uma dívida que não conseguiu ser paga a tempo, despesas com doença e/ou remédios. Mas lembre-se que ele não pode ser confundido com a sua poupança para quando se aposentar, hein?

ATENÇÃO!

  • Os órgãos de proteção não regularizam para você. É importante saber que normalmente você negocia diretamente com a empresa em que você deve a dívida, para regularizar o seu nome;
  • Há empresas que voltam a validar depois do pagamento da primeira parcela, enquanto há outras que somente regularizam o seu nome após o pagamento de todas as parcelas da dívida negociada. Portanto, é importante verificar com a empresa em que momento você terá o seu nome limpo;
  • Pelo artigo 43 do Código de Defesa do Consumidor, o nome do consumidor deve ser excluído dos cadastros negativos após 5 anos , mesmo que a dívida não tenha sido quitada, mas sua dívida com a empresa continua vigente. O prazo máximo para a retirada do nome do consumidor dos cadastros do Serasa e SPC é de cinco dias após o pagamento do débito.

Escrito por: Provu

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Informações gerais sobre as operações de crédito ofertadas: a taxa de juros para empréstimo pessoal varia de 1,99% a 10,95% ao mês. O CET (Custo Efetivo Total) pode variar de 2,39% a.m. (32,77% a.a.) a 11,17% a.m. (256,33% a.a.), dependendo da análise de crédito do cliente e do prazo de pagamento, que pode ser de 12,18, 24, 30 ou 36 meses.

 

Exemplo: valor: R$ 9.000,00; prazo: 18 meses; taxa de juros: 3,52% a.m.; 51,52% a.a.; CET 58,35% a.a.; parcelas: R$ 702,09; IOF: R$ 242,13; valor total: R$ 12.637,62. Estes valores são exemplificativos e poderão variar de acordo com a política de crédito.