Fundos imobiliários: o que são e como investir?

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Fundos imobiliários: o que são e como investir?

Por Provu

5 Minutos

Publicado em 04 jan, 2022

Atualizado em 04 jan, 2022

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Você já imaginou viver com a renda de aluguéis sem ter de comprar ou construir um imóvel e sem se preocupar com reformas ou IPTU? Com os fundos imobiliários isso é possível! 

Antes de mais nada, é muito importante destacarmos que estes não são como os fundos de ações, o que muitos podem confundir. 

Vale dizer também que os fundos imobiliários são uma renda variável. Então, apesar de serem muito indicados para investidores que estão começando a sair da renda fixa, é importante saber que há riscos. Ou seja, não existe nenhuma garantia de rentabilidade. 

Fundos imobiliários: como funciona?

Os fundos imobiliários funcionam como um “condomínio” de investidores que juntam seus recursos financeiros para que sejam aplicados no mercado imobiliário. 

Geralmente, todo o valor acolhido é utilizado para compra ou construção de imóveis, que logo são locados ou arrendados. Os participantes dividem todos os ganhos obtidos com tais operações de acordo com a proporção que cada um aplicou.

Do mesmo modo, cada fundo possui um gestor, que é responsável pelas tomadas de decisão sobre o que fazer com os recursos. Entretanto, vale lembrar que ele deve seguir objetivos e políticas pré-definidas. 

O patrimônio é composto pela soma dos montantes que, por sua vez, é dividido em cotas (ou frações). Então, no final das contas, se você aplica em fundos imobiliários, está comprando cotas. 

Ao contrário de um dono de imóvel físico, o cotista não exerce nenhum direito sobre os empreendimentos disponíveis no fundo. Isto é trabalho para o administrador, instituição bancária ou o local em que você buscou para fazer o investimento no fundo imobiliário. 

Quais são os tipos de fundos imobiliários?

Para nos aprofundarmos ainda mais no assunto de “fundos imobiliários”, vale entender alguns conceitos desse tipo de investimento e também como cada um deles funciona. 

Ticker

Se você começar a investir em fundos, vai observar que as cotas de fundos imobiliários possuem uma identificação de código no pregão, também conhecida como “ticker”. O código é formado por quatro letras maiúsculas, depois seguidas do número 11 (por exemplo, ABCD11). 

Portfolio

O que determina o risco e o potencial de retorno de um investimento no fundo imobiliário é a escolha da estratégia de investimento e o que vai entrar no portfólio.

Além disso, os fundos imobiliários são classificados em alguns grupos, como:

1. Fundos de tijolo (ou renda)

Apesar de parecer uma categoria homogênea, é possível ter algumas classificações na carteira que fazem toda a diferença. Os fundos de tijolos são aqueles que investem em ativos reais – imóveis de fato – e ganham com aluguéis. 

Existe um perfil de investidor que aplica em vários empreendimentos diferentes ou regiões, enquanto outro concentra os esforços em determinados tipos de imóveis, como:

  • Escritórios;
  • Prédios industriais;
  • Galpões;
  • Shoppings;
  • Hotéis;
  • Escolas;
  • Hospitais;
  • Entre outros. 

2. Fundos de papel (recebíveis)

Este tem como ativos títulos vinculados ao mercado imobiliário, alguns exemplos são o LCI (Letra de Crédito Imobiliário), CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), cotas de outros fundos imobiliários, entre outros. 

Portanto, se esses papéis ou títulos apresentam rendimento, o investidor também sai ganhando. 

3. Fundos de fundos (FOFs) ou fundos híbridos

Como o próprio nome nos faz imaginar, esta modalidade mescla, na carteira, tanto investimentos em imóveis físicos quanto papéis do segmento imobiliário.

Quais são as vantagens dos fundos imobiliários?

Os fundos imobiliários tiveram uma ascensão por conta das diversas vantagens e benefícios. Por isso, vamos falar em detalhes sobre alguns deles. 

1. Investimento de baixo valor

A característica de possibilitar um investimento baixo na aplicação é um dos motivos pelos quais as pessoas mais se interessam pelo FII. Vale destacar também a vantagem da isenção do Imposto de Renda sobre o rendimento que é distribuído entre os cotistas.

2. Simplicidade de aplicação

Os fundos imobiliários estão disponíveis na tela do seu celular. Por isso, a facilidade acaba se tornando um atrativo para quem está buscando onde investir. Fora isso, a presença de um gestor ou administrador para indicar as melhores estratégias é um grande benefício.

3. Liquidez  

O risco de não conseguir vender sua cota caso decida parar de investir em determinado imóvel é muito baixo quando se negociam papéis na Bolsa de Valores. Isso acaba tornando a liquidez dos fundos imobiliários superior à dos imóveis físicos. 

Como escolher o melhor fundo imobiliário?

Por fim, é muito importante passar por alguns pontos na hora de escolher o melhor fundo imobiliário para investir, como:

  • Avaliar o preço da cota e seu valor patrimonial;
  • Informar-se sobre o segmento e setor imobiliário;
  • Verificar os ativos do fundo, classificação e contratos;
  • Conhecer a administração e gestão do fundo; 
  • Analisar quais são os seus objetivos com o fundo para comparar os ganhos e perdas;
  • Observar a localização dos imóveis nos quais o fundo investe (se for o caso).

Apesar de parecer muita informação para um só momento, quando você começar a colocar a mão na massa e aprofundar ainda mais os conhecimentos sobre essa modalidade, as coisas vão ficando mais simples. 

Aproveite para continuar navegando no Blog da Provu e aprender ainda mais sobre o mundo das finanças. 

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Informações gerais sobre as operações de crédito ofertadas: a taxa de juros para empréstimo pessoal varia de 1,99% a 10,95% ao mês. O CET (Custo Efetivo Total) pode variar de 2,39% a.m. (32,77% a.a.) a 11,17% a.m. (256,33% a.a.), dependendo da análise de crédito do cliente e do prazo de pagamento, que pode ser de 12,18, 24, 30 ou 36 meses.

 

Exemplo: valor: R$ 9.000,00; prazo: 18 meses; taxa de juros: 3,52% a.m.; 51,52% a.a.; CET 58,35% a.a.; parcelas: R$ 702,09; IOF: R$ 242,13; valor total: R$ 12.637,62. Estes valores são exemplificativos e poderão variar de acordo com a política de crédito.